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Evento USP na Abertura da Assembleia Geral da ONU

O Science Summit é um evento oficial que compõe a Abertura da Assembleia Geral da ONU, cujo objetivo é fomentar aspectos relevantes para aqueles que participam da Assembleia Geral, chefes de estado e formuladores de políticas. São diversos eventos que ocorrem de 13 a 30 de setembro de 2022.

Em 2022, a Universidade de São Paulo é uma das instituições convidadas e, no dia 16, sexta-feira, das 14h às 16h comanda o evento:

Advancing the implementation of SDGs: public, private and academia sinergies for decarbonization in Brazil, sob a coordenação da Professora Patrícia Iglecias, superintendente de gestão ambiental da universidade e Professora Associada da Faculdade de Direito. Palestrantes: Paulo Artaxo, Julio Meneghini, Paula Pereda, Sergio Pacca, Plínio Ribeiro e Roberto Waack.

Inscrições no seguinte endereço eletrônico: https://ssunga77.sched.com/.

Trata-se de evento híbrido, por isso, pode ser acompanhado também do Brasil.

Local:
Brazilian American Chamber of Commerce
485 Madison Avenue suit 401, New York, NY, USA

Alumni USP Talks – Empreendedorismo e Sustentabilidade

Descrição do evento

Alumni USP Talks, organizado pelo Escritório Alumni USP e a Reitoria, constitui-se em evento anual que objetiva ampliar a interlocução da universidade com a sociedade possibilitando que egressos diplomados na Universidade de São Paulo (USP) discorram sobre as suas trajetórias profissionais, suas contribuições para a sociedade e sobre a importância da formação recebida na USP. Em 2022 as temáticas sustentabilidade ambiental, empreendedorismo e inovação foram as selecionadas para a primeira edição do evento.

Confira abaixo o cronograma do evento:

18h30– 18h55– Bloco de abertura

Prof. Dr. Carlos Gilberto Carlotti Junior – Reitor da USP

Prof. Dr. Hussam El Dine Zaher – Pró-reitor Adjunto da PRCEU

Profa. Dra Maria Helena Palucci Marziale – Coordenadora do Escritório Alumni USP

18h55 – 19h25 – apresentação musical: Duo Marcondes Juvito – Violões

19h125- 19:h35 Exibição de vídeo institucional do Alumni USP

19h35 – Sustentabilidade ambiental

Martina Müller – Graduada em Direito pela Faculdade de Direito da USP, mestrado em políticas públicas na Universidade de Harvard. Atualmente trabalha com cooperação para o desenvolvimento sustentável no Secretariado da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York. O foco de seu trabalho é voltado ao Clima/ meio ambiente, igualdade de gêneros e parcerias.

Evandro Gussi – Graduado em Direito na Centro Universitário Antônio Eufrásio de Toledo, mestre em Direito Constitucional pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutor em Teoria do Estado pela Universidade de São Paulo. foi professor da Universidade do Estado de São Paulo nas áreas de Direito Constitucional, Administrativo e Ambiental. Atualmente é presidente e CEO da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA).

Empreendedorismo e inovação

João Paulo Brotto Gonçalves Ferreira – Graduado em Engenharia Elétrica pela Escola Politécnica da USP e pela Universidade de Michigan. Atualmente CEO: Latin America da Natura & Co Holding AS.

André Felicíssimo – Graduado em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Atualmente é presidente da P&G para vencer em cada um dos canais e liderar uma grande e talentosa organização. 

21h20 – 21h30 Encerramento do evento

Maria Helena Palucci Marziale – Coordenadora do Programa Alumni USP

Data: 19/9/2022

Local: Anfiteatro Camargo Guarnieri, Rua do Anfiteatro, 109

Horário: 18h30 às 21h30.

Inscrições para o evento presencial com direito a certificado:  https://www.sympla.com.br/alumni-usp-talks—empreendedorismo-e-sustentabilidade__1672099

Organização: Escritório Alumni USP

Promoção: Reitoria USP

Transmissão: Canal Alumni USP (https://youtu.be/JDkWMWCQbJg)

USP Recicla em Ribeirão oferece atividades gratuitas de saúde e bem-estar

As atividades serão desenvolvidas durante todo o semestre e cada Oficina e Prática Integrativa terá 20 vagas para o público em geral

Visual Hunt
Foto: Visual Hunt

Durante todo semestre no campus da USP em Ribeirão Preto serão oferecidas Oficinas de Consciência-Ação e uma Agenda de Práticas Integrativas. Serão seis oficinas e quatro práticas integrativas, com 20 vagas cada. Todas as atividades são abertas para o público em geral. As inscrições para as oficinas podem ser feitas aqui e para as Práticas Integrativas aqui. A programação completa está disponível aqui. 

Oficinas de Consciência-ação

As oficinas, denominadas de “consciência-ação” vão ser em setembro, vinculadas à programação dos 21 Dias Pela Paz, em comemoração ao Dia Internacional da Paz, comemorado no dia 21 (instagram: @21diaspelapaz).  No dia 2, a professora Amanda Polin Pereira, da FMRP, vai oferecer a oficina Percepções e Regulação Emocional através da respiração, às 12h30, na Rua Clóvis Vieira, casa 28, no campus da USP. A oficina Yoga Cerebral: Ferramenta no Combate à Depressão, Ansiedade e Transtornos da Atenção será com o professor Jefferson Moreira Júnior no dia 8, às 15h30, na casa 28; e  também, no dia 13, às 10h, na Sala de Seminários do Bloco B da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP). 

No dia 14, mais uma oficina Resgatando Nossa Conexão com a Vida Através da Biodança, às 8h30, na casa 28, com Helena Schmidek e a psicóloga Rosa Virgínia Pantoni. A oficina Tai Chi Chuan e Chi Kung: Práticas da Medicina Tradicional Chinesa, oferecida pelo professor Fernando De Lazzari (Yang Yaxin), será no dia 15, às 12h15, na Sala de Seminários do Bloco B da FDRP. A última oficina, no dia 16, mais uma edição da oficina Percepções e Regulação Emocional Através da Respiração, com a professora Amanda Polin Pereira, às 12h30, na casa 28. 

Agenda de Práticas Integrativas 

Agenda de Práticas Integrativas vai acontecer de setembro a novembro, envolvendo quatro práticas: Biodança, Meditação, Reiki e Yoga Cerebral. As aulas de Biodança serão dadas pela professora Helena Schmidek e pela psicóloga Rosa Virgínia Pantoni, de 20 de setembro a 29 de novembro, sempre às terças-feiras, às 12h15. A professora Amanda Polin Pereira será responsável pelas práticas de Meditação, todas as quarta-feiras, às 16h30, de 28 de setembro a 30 de novembro. 

Para a prática de Reiki, serão disponibilizadas dez vagas por dia, às quartas e quintas-feiras alternadas, pela professora Gabriela Rezende. Às quartas-feiras a prática será às 12h15 e, às quintas-feiras, às 16h30, de 5 de outubro a 30 de novembro. 

De 3 de outubro a 21 de novembro, o professor Jefferson Moreira Júnior vai oferecer o Yoga Cerebral, sempre às segundas-feiras, às 12h15. Todas as atividades serão na rua Clóvis Vieira, casa 28, no campus da USP. 

As oficinas de consciência-ação e a agenda de práticas integrativas são promovidas pelo USP Recicla, via seu Programa Educativo Integrado (PEI/USP Recicla). Além da Superintendência de Gestão Ambiental (SGA), as iniciativas têm o apoio do Programa de Saúde Mental e Bem-Estar da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP.

Mais informações: recicla-rp@usp.br ou (16) 3315-4735 ou acesse http://sga.usp.br/ods-3-pics.

Matéria original por Brenda Marchiori (https://jornal.usp.br/?p=557324)

Curso gratuito sobre Cidades Resilientes

Das 8h às 19h, nos dias 01 e 02 de setembro de 2022, acontece presencialmente na PRO POLI da USP Butantã (Av. Prof. Luciano Gualberto, 1380), o curso gratuito “Cidades Resilientes: Técnicas de Documentação, Proteção e Recuperação do Patrimônio Urbano”.

Imagem: shutterstock (todos os direitos reservados).
Imagem: Shutterstock.

No contexto de Cidades Inteligentes e Sustentáveis, a questão da Resiliência Urbana é um dos principais aspectos a ser considerado, sendo um dos pontos de destaque nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

A gestão de riscos frente a desastres de todos os tipos é um assunto que vem se desenvolvendo e influenciando a atuação de diferentes profissionais que atuam nos setores público, privado e de terceiro setor no âmbito das cidades.

O Laboratório de Cidades, Tecnologia e Urbanismo (LCTU) “Conecticidade” tem desenvolvido esse tema nas suas atividades e estabelecendo parcerias com profissionais e instituições dedicadas a esse tema.

O público alvo são profissionais de nível técnico e universitário das áreas de Arquitetura e Urbanismo, Engenharia, Construção e Gestão Pública.

Inscrições e mais informações aqui.

WBIO2022: implementação do GBF 2030

São Paulo sedia evento internacional e busca acordo de cooperação com a ONU na agenda de biodiversidade. O encontro híbrido contará com especialistas e instituições internacionais, como a Secretária Executiva da Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU, maior cargo da agenda global na área, Elizabeth Maruma Mrema, que participará da abertura virtualmente.

São Paulo será o anfitrião da WBio2022 organizada pelo Governo do Estado de São Paulo, União Europeia, ICLEI, Regions4, GIZ, ACIA e a Organização das Nações Unidas em alusão à Semana do Meio Ambiente.

A abertura oficial do evento será realizada na Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, no Alto de Pinheiros, nesta terça-feira (7), às 9h.

O objetivo é reforçar o papel dos governos subnacionais e locais na conservação da biodiversidade, trocar experiências a fim de replicar ações bem-sucedidas e, principalmente estruturar ações para a implementação do Marco Global de Biodiversidade Pós-2020 (GBF) da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) da ONU.

Instituições e Participantes: Governo de São Paulo (SIMA, CETESB, Fundação Florestal e USP), Secretariado da Convenção sobre Diversidade Biológica – ONU (CBD Secretariat / SCBD), Local Governments for Sustainability (ICLEI), Regions4 Sustainable Development (Regions4), Post-2020 Biodiversity Framework – EU support, Banco Mundial, Banco Euroclima, Banco de Desenvolvimento das América Latina (CAF), Agência Alemã (GIZ) e Associação Cunhambebe da Ilha Anchieta (ACIA), entre outros.

Data: 7 de junho – Abertura Horário: a partir das 9h

Local: Avenida Professor Frederico Herman Jr, 345

Transmissão on-line em: https://www.youtube.com/user/ambientesp

Inscrição: https://us06web.zoom.us/…/reg…/WN_vU4W3onFSRKlHr-l_UHq2Q

Mais informações: www.cunhambebe.org.br

SGA e PROFCIAMB realizam webinário com sessão de cinema online para o Dia Mundial da Água

Em um país tão abundante de água doce, como ainda temos pessoas sem acesso a água ou, quando o possuem, acabam sofrendo com momentos de seca? E as obras faraônicas construídas para nos destinar a água ou que dependem dela, qual seu impacto em populações tradicionais e ribeirinhas?

Em comemoração ao Dia Mundial da Água, celebrado no dia 22/03, a Superintendência de Gestão Ambiental da USP (SGA/USP) e o Programa de Pós Graduação em Rede Nacional para Ensino das Ciências Ambientais (PROFCIAMB), com o apoio do Programa Ecofalante Universidades e da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP (PRCEU/USP), realizam o webinário “ÁGUA: respira e não pira!” para ajudar a compreender este cenário.

Para trilhar a conversa, foi selecionado o documentário “O Jabuti e a Anta” (clique aqui para conferir o trailer), dirigido por Eliza Capai. O filme mostra a grande seca que esgotou os estoques de água nos reservatórios da região sudeste, além de investigar as faraônicas obras de reservatórios na região da floresta Amazônica, conversando com a população ribeirinha, os pescadores e os indígenas que habitam as margens do rios Xingu, Tapajós e Ene.

O evento será apresentado pela Superintendente de Gestão Ambiental da USP, Patrícia Iglecias, com a participação dos pesquisadores Tadeu Malheiros (SGA/USP), Kátia Cavalcante (UFAM), Luiza Ishikawa (PUC), Marjorie Nolasco (UEFM), Regina do Nascimento (UFSCAR) e Henrique Ortêncio Filho (UEM).

Para assistir ao filme completo, receber declaração de participação com check-in e interagir ao vivo no canal da SGA, basta clicar na caixa de inscrição em linktr.ee/SGA_USP ou acessar bit.ly/aguasymp.

A transmissão ao vivo será realizada no canal do YouTube da SGA/USP (https://bit.ly/aguawebinar).

USP é uma das dez universidades mais sustentáveis do mundo

O ranking é elaborado anualmente pela GreenMetric, uma rede de universidades voltada à sustentabilidade

Por Erika Yamamoto

Ciclovia da Avenida Professor Lineu Prestes, na Cidade Universitária – Foto: Marcos Santos / USP Imagens

Na 10ª posição, a USP é a universidade mais sustentável da América Latina, segundo o UI GreenMetric World University Ranking 2021. A avaliação foi divulgada no dia 14 de dezembro, pela GreenMetric, uma rede global que reúne universidades de todo o mundo para discutir projetos voltados à sustentabilidade ambiental.

Tercio Ambrizzi – Foto: Cecília Bastos / USP Imagens

“Estar entre as 10 universidades mais sustentáveis do planeta é fruto de muito trabalho de toda a nossa comunidade, ao longo dos últimos anos, e uma clara demonstração da nossa maturidade em termos de consciência ambiental. Sem dúvida, este prêmio nos motiva a continuar nessa trajetória, contribuindo para que a sociedade também busque ações mais sustentáveis em suas atividades”, ressaltou o superintendente de Gestão Ambiental, Tércio Ambrizzi.

Nas primeiras posições estão a Universidade de Wageningen (Holanda), a Universidade de Nottingham (Reino Unido) e a Universidade de Groningen (Holanda). Entre as latino-americanas, depois da USP aparecem a Universidade Autônoma de Nuevo León (México), na 18ª posição, e a Universidade Autônoma de Occidente (Colômbia), na 35ª.

Na edição deste ano, a USP também foi considerada a líder na coordenação de ações e projetos voltados para a sustentabilidade entre as universidades brasileiras. Para Ambrizzi, “esse prêmio demonstra que acreditamos que estas ações devem ser feitas de forma integrada com outras universidades de nosso País, de forma a contribuirmos para que nossos jovens possam adquirir esta mesma consciência ambiental e transmiti-la para as futuras gerações. Somente em uma ação conjunta vamos conseguir mitigar as emissões dos gases de efeito estufa, controlando o aumento do aquecimento global e diminuindo seu impacto na sociedade”.

Elaborado anualmente, o ranking classifica as instituições que desenvolvem as melhores práticas e programas sustentáveis em seus campi, considerando seis indicadores: áreas verdes, consumo de energia, gestão de resíduos, tratamento de água, mobilidade e educação ambiental. Na edição de 2020, a USP ocupou a 13ª colocação geral e o primeiro lugar no Brasil.

GreenMetric

UI GreenMetric World University Ranking foi criado pela Universidade da Indonésia (UI), em 2010, para medir os esforços das universidades em tornar seus campi mais sustentáveis. No primeiro ano, 95 universidades de 35 países participaram da avaliação. Na edição de 2021, 956 instituições foram avaliadas, sendo 40 universidades brasileiras.

Além do ranking, a GreenMetric organiza eventos regionais e internacionais para discutir projetos voltados à sustentabilidade ambiental, como o International Workshop on UI GreenMetric.

Em setembro de 2021, a USP sediou o National Workshop on UI GreenMetric for Universities in Brazil, o quinto encontro da rede GreenMetric na América Latina. A reunião foi uma oportunidade para compartilhar as melhores práticas na criação de condições sustentáveis nos campi universitários e para discutir a criação de um índice voltado às universidades da região.

Matéria original em: https://jornal.usp.br/institucional/usp-e-uma-das-dez-universidades-mais-sustentaveis-do-mundo/

Projetos de gestão ambiental nos campi da USP serão discutidos em evento

Promovido pela Superintendência de Gestão Ambiental, no dia 16 de dezembro, às 8h30, evento terá transmissão pelo Canal da SGA no YouTube

Por Brenda Marchiori

Campus da USP em São Paulo, no bairro do Butantã – Foto: USP Imagens


A Superintendência de Gestão Ambiental (SGA) da USP promove, no dia 16 de dezembro, às 8h30, o Workshop sobre Iniciativas de Gestão Ambiental na USP, com a participação das diversas unidades e campi da Universidade. O evento terá transmissão on-line pelo Canal da SGA no Youtube neste link.

Há mais de 20 anos, a USP iniciou sua atuação na gestão ambiental priorizando a redução de seus impactos ambientais. Apesar de essas ações terem maior destaque a partir da década de 1990, foi com a criação da SGA, em 2012, que as atividades ganharam status institucional e tornaram-se parte integrante de diversas ações nos campi da USP. 

Em 2020, foi lançado o Edital SGA 01/2020, para projetos que visavam a mitigar e compensar a emissão de gases de efeito estufa dentro da USP, sendo aprovados 15 projetos, com tempo de execução de 24 meses. Este ano, foi lançado o Edital SGA 01/2021 para projetos de ações de manejo de reservas ecológicas, com seis projetos aprovados, sendo dois no Campus Luiz de Queiroz, um no Campus Fernando Costa, um em Ribeirão Preto e outro no Parque Cientec, também com tempo de execução de 24 meses.

Nesse sentido, o evento tem como objetivo ampliar a troca de experiências entre os envolvidos nos projetos e dar conhecimento tanto à comunidade USP quanto à comunidade externa sobre o andamento deles. Além de compartilhar e dar visibilidade às ações de sustentabilidade na Universidade, com a apresentação dos resultados parciais dos projetos aprovados pelos Editais sobre mitigação e compensação da emissão de gases de efeito estufa e sobre ações de manejo em reservas ecológicas, promovidos pela SGA. 

De acordo com a programação, a abertura do evento será às 8h30, com a participação do vice-reitor Antônio Carlos Hernandes; às 8h45, começarão as apresentações de projetos para a mitigação e compensação da emissão de gases de efeito estufa; a discussão dos projetos apresentados terá início às 11h30; às 12h, o evento fará uma pausa para o almoço, retornando às 14h com as apresentações de projetos para ações de manejo em reservas ecológicas; a discussão dos projetos apresentados será às 15h30, seguida pelo encerramento, às 16h. 

Haverá transmissão simultânea pelo YouTube da SGA neste link

Políticas ambientais na USP

A Superintendência de Gestão Ambiental (SGA) foi criada, em 2012, com o objetivo de planejar, implantar, manter e promover a sustentabilidade ambiental nos campi da USP. Desse modo, busca incorporar a dimensão ambiental da sustentabilidade a todas as políticas, planos e atividades da Universidade, sejam elas nas áreas de ensino, pesquisa, extensão ou gestão, assumindo vários compromissos, dentre eles: estimular a promoção de pesquisas, tecnologias e ações na área ambiental; favorecer ações de cooperação e incentivo na conservação dos recursos naturais da Universidade; incentivar projetos para a promoção da governança ambiental dentro dos campi; bem como participar do processo de educação visando à sustentabilidade de forma participativa.

Em 2018, com a publicação da Política Ambiental da USP, vislumbrou-se uma gestão ambiental mais eficiente, integrada e em acordo com os princípios da Universidade. Norteadas pelos instrumentos técnicos contidos nesta política, várias ações ambientais são implementadas pela SGA, sendo uma delas o lançamento de editais com a finalidade de promover e incentivar o desenvolvimento de ações que tornem os campi da USP exemplos de laboratórios vivos de sustentabilidade para as cidades nas quais estão inseridos e avançar nas questões de sustentabilidade na Universidade.

Mais informações: sga.webhostusp.sti.usp.br 

Matéria original: https://jornal.usp.br/universidade/projetos-de-gestao-ambiental-nos-campi-da-usp-serao-discutidos-em-evento/

Webinário: A Crise Climática e a Amazônia

Na segunda-feira, 7 de junho, das 10 às 12h, acontece o webinário “A Crise Climática e a Amazônia“, gratuito e aberto ao público interessado.

Entre os convidados estão o professor Paulo Artaxo, do Instituto de Física da USP, que atua principalmente nas questões de mudanças climáticas globais e meio ambiente na Amazônia, e o climatologista e meteorologista José Marengo, coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), especialista em mudanças climáticas e Amazônia.

A atividade é fruto do Acordo de Cooperação Técnico-Educacional entre a Ecofalante e a USP, consolidado em 2018 por meio do Programa Ecofalante Universidades, da Superintendência de Gestão Ambiental (SGA-USP) e da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU-USP).

Além da transmissão ao vivo no canal do Youtube da SGA (link: https://www.youtube.com/watch?v=rWupVDszAyE), quem desejar participar da sala do debate (evento é aberto e gratuito) que ocorrerá na plataforma Zoom, poderá se inscrever no seguinte link: https://ecofalante.org.br/workshop/httpsecofalante-org-brworkshopwebinario-a-crise-climatica-e-a-amazonia.

Paulo Artaxo (Convidado)

Professor titular em Física Atmosférica do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutor pela Universidade Harvard (EUA), Artaxo é membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da World Academy of Sciences (TWAS) e de oito painéis científicos internacionais, entre eles o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) – onde integrou a equipe vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2007.

José Marengo (Convidado)

José Antonio Marengo Orsini é Pesquisador 1-A do CNPq. Atualmente é pesquisador titular e Coordenador Geral de Pesquisa e Desenvolvimento no CEMADEN (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação MCTI, onde trabalha com eventos extremos, desastres naturais e redução de risco aos desastres. É professor na pós graduação do INPE. É membro de vários painéis internacionais das Nações Unidas (IPCC, WMO).

Herton Escobar (Mediador)

Herton Escobar é um jornalista profissional, especializado na cobertura de ciência e meio ambiente. Graduado em jornalismo pela Western Michigan University (WMU), com formação complementar em jornalismo científico pelo Marine Biological Laboratory (MBL) e pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). Foi por quase 20 anos repórter do jornal O Estado de S. Paulo, com mais de 2 mil reportagens publicadas em formato impresso e digital, sobre uma grande variedade de temas. Desde janeiro de 2015 é colaborador internacional da revista Science, nos Estados Unidos. Atualmente trabalha na Universidade de São Paulo, como repórter especial da Superintendência de Comunicação Social.

Resultado do concurso de projetos de fomento às iniciativas de gestão ambiental

RESULTADO

Edital SGA – Portaria SGA nº001, de 23 de Fevereiro de 2021

Relação dos projetos aprovados para ações de manejo em reservas ecológicas nos campi da Universidade de São Paulo (Edital SGA 001/2021).

UNIDADEPROJETO
PUSP-LQContenção de Resíduos para Recuperação de Microbacia em Campus Universitário” – Plano Participativo e Integrado de Restauração e Manejo da Microbacia do Monte Olimpo no Campus USP LQ.
PUSP-RPÁreas de Interesse Ecológico do Campus Ribeirão Preto-USP: proposta de sustentabilidade, interdisciplinaridade e indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.
PUSP-FCPreservação da Biodiversidade nas Reservas Ecológicas do Campus USP Fernando Costa.
PUSP-SCElaboração de Plano de Ações para o Manejo e Gestão das Reservas Ecológicas da USP no campus de São Carlos.
ESALQ/DiretoriaÁgua e Reservas Ecológicas – Plano Participativo e Integrado de Restauração e Manejo da Microbacia do Monte Olimpo no Campus USP LQ – Piracicaba.
Parque CientecReflorestamento no Parque Cientec: Recuperação Integrada de Mata Degradada por Incêndio na Década de 1990.

Em parceria com a USP, plataforma de streaming oferece acervo de temática socioambiental

Ecofalante Play apresenta mais de 130 filmes disponíveis gratuitamente para uso educacional

A Ecofalante, organização da sociedade civil que atua nas áreas de cultura, educação e sustentabilidade e que desenvolve atividades em conjunto com a USP, lançou uma nova plataforma de streaming, a Ecofalante Play, para professores, educadores e instituições de ensino que desejam utilizar o cinema como ferramenta para discutir questões socioambientais contemporâneas na educação. 

O acervo conta com mais de 130 filmes, entre nacionais e internacionais, sobre temas como emergência climática, consumo, cidades, energia, conservação, economia, trabalho, saúde, entre outros. As obras são selecionadas a partir da curadoria da Mostra Ecofalante de Cinema, evento que acontece anualmente desde 2012 e é hoje o maior festival de cinema com temática socioambiental realizado na América do Sul. 

Com a criação da Ecofalante Play, o conteúdo oferecido pela Ecofalante se torna disponível gratuitamente e de forma virtual para todos os docentes da universidade. Para ter acesso aos filmes, os professores precisam realizar, na própria plataforma, um cadastro vinculado à sua instituição de ensino, podendo assim ter acesso ao catálogo de filmes e agendar uma sessão. 

“A parceria USP e Ecofalante já acontece há alguns anos e tem sido importante para discutir assuntos pertinentes à sociedade e que encontram apoio em especialistas de nossa universidade. Por meio de vídeos e debates, vários temas já foram abordados. No último ano, por exemplo, foi discutida a importância dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e sua relação com as Mudanças Climáticas que estamos observando atualmente”, destaca Tercio Ambrizzi, superintendente de Gestão Ambiental da USP e professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). “Debates com pesquisadores altamente qualificados e sua divulgação para um público fora da universidade contribuem para conscientizar a sociedade sobre este e outros importantes assuntos”, diz Ambrizzi a respeito das Mostras de Cinema realizadas pela parceria.

Reg. 189-19 Tercio Ambrizzi. Superintendência de Gestão Ambiental (SGA). Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Tercio Ambrizzi, professor da USP e superintendente de Gestão Ambiental da Universidade – Foto: Cecília Bastos / USP Imagens

Produções em destaque na plataforma

Entre os filmes que estão disponíveis na nova plataforma, destacam-se produções premiadas em diversos festivais ao redor do mundo e que foram sucesso na edição mais recente da Mostra Ecofalante de Cinema.

No eixo Emergência Climática, a produção francesa que rodou inúmeros festivais internacionais Breakpoint: Uma Outra História do Progresso, dirigida por Jean-Robert Viallet, analisa 200 anos de desenvolvimento para fornecer uma visão alternativa de nossa história do progresso. A Era das Consequências (EUA) investiga, pelas lentes da Segurança Nacional norte-americana, os impactos das mudanças climáticas em conflitos ao redor do mundo, revelando como a escassez de água e alimentos, a seca, as condições climáticas extremas e a elevação do nível do mar funcionam como “catalisadores de conflitos”. O filme é assinado por Jared P. Scott, mesmo diretor de A Grande Muralha Verde, documentário produzido por Fernando Meirelles. Já Obrigado, Chuva (Noruega/Reino Unido) é assinado por Julia Dahr, eleita pela Forbes como uma das 30 personalidades jovens que estão definindo a mídia mundial. A cineasta acompanha um pequeno agricultor queniano para registrar os impactos das mudanças climáticas e a obra foi selecionada para os festivais IDFA – Amsterdã, CPH:DOX e Hot Docs.

O tema Consumo conta com Ladrões do Tempo, uma coprodução Espanha/França dirigida por Cosima Dannoritzer que investiga como o tempo se tornou uma nova fonte cobiçada. Premiada no United Nations Association Film Festival, a obra ouve especialistas para revelar o quanto a monetização do tempo, por um sistema econômico agora predominante, afeta a vida cotidiana. Temos ainda o canadense Beleza Tóxica, de Phyllis Ellis, exibido no festival HotDocs – um documentário contundente sobre a falta de regulação da indústria cosmética e sobre o verdadeiro custo da beleza; e O Custo do Transporte Global, coprodução entre a Espanha e a França dirigida pelo vencedor de mais de 30 prêmios internacionais Denis Delestrac, que faz uma audaciosa investigação sobre o funcionamento e a regulamentação da indústria de transporte oceânico – que movimenta 90% dos bens que consumimos -, assim como os impactos socioambientais ocultos.
Na temática Campo, o filme Os Despossuídos (Canadá/Suíça), dirigido por Mathieu Roy como um misto de cinéma vérité e ensaio audiovisual, promove uma jornada impressionista que nos revela, em uma era de agricultura industrializada, a luta diária da classe camponesa faminta. Dolores (EUA), de Peter Bratt, ganhou repercussão no Festival de Sundance e premiações em São Francisco e Seattle ao focalizar Dolores Huerta, líder trabalhista e uma das mais importantes ativistas dos direitos civis da história dos Estados Unidos. O austríaco Espólio da Terra, de Kurt Langbein, retrata investidores globais tanto em seu discurso sobre economia sustentável e prosperidade quanto em suas contradições: despejos, trabalho escravo e fim dos pequenos proprietários.

Já na categoria Povos Tradicionais destaca-se produção brasileira Amazônia Sociedade Anônima, na qual o diretor Estêvão Ciavatta focaliza índios e ribeirinhos que, em uma união inédita liderada pelo Cacique Juarez Saw Munduruku, enfrentam máfias de roubo de terras e desmatamento ilegal para salvar a floresta Amazônica. O documentário Resplendor, de Claudia Nunes e Erico Rassi, ganhou o Prêmio do Público de Melhor Curta na 9ª Mostra Ecofalante ao retratar um capítulo ainda muito obscuro da nossa história: a existência de um centro de detenção indígena, na cidade de Resplendor (MG), chamado Reformatório Krenak. Martírio, dirigido por Vincent Carelli em colaboração com Ernesto de Carvalho e Tatiana Almeida, busca as origens do genocídio praticado contra os índios Guarani Kaiowá. A produção foi premiada no Festival de Brasília, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Festival de Mar del Plata. 

Programa Ecofalante Universidades

A plataforma Ecofalante Play faz parte do Programa Ecofalante Universidades, criado em 2017 com o objetivo de levar para o ambiente educacional uma seleção de filmes que motivam a reflexão e o debate sobre questões atuais da realidade brasileira e mundial. O programa possui Termos de Cooperação Técnica-Educacional com todas as universidades públicas no estado de São Paulo – USP, Unicamp, Unesp, UFABC, Unifesp e UFSCar –  e realiza anualmente centenas de sessões de filmes seguidas de debates em parcerias com dezenas de instituições de ensino no país. 

O Programa Ecofalante Universidades vem fomentando a realização de Mostras promovidas pelas instituições, exibições de filmes em aulas e encontros técnicos, a criação de disciplinas, cursos, mini cursos e projetos de extensão. “Não existe uma única fórmula, as relações são construídas de forma customizada com cada professor e instituição, de acordo com os diferentes projetos educacionais e respeitando as realidades regionais. Acho que é por isso que o programa está crescendo e dando certo”, esclarece Chico Guariba, diretor da Mostra
Ecofalante de Cinema e coordenador do Programa.

O Ecofalante Universidades é viabilizado através da Lei de Incentivo à Cultura e tem patrocínio do Valgroup e da Colgate. É uma produção da Doc & Outras Coisas e realização da Ecofalante, do Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e do Governo Federal.

Acesso à plataforma: https://play.ecofalante.org.br

Matéria original: https://jornal.usp.br/universidade/em-parceria-com-a-usp-plataforma-de-streaming-oferece-acervo-de-tematica-socioambiental/

Cidade Universitária ganha nova área de reserva ecológica

O anúncio da nova reserva ecológica da Cidade Universitária aconteceu durante a Semana do Meio Ambiente (Foto: Divulgação / Prefeitura do Campus da Capital)

Uma extensão de dez hectares, coberta com vegetação nativa da Mata Atlântica e localizada no Viveiro das Mudas da Rua do Matão, na Cidade Universitária “Armando de Salles Oliveira”, é a nova área de reserva ecológica da USP. Uma portaria publicada no Diário Oficial, no dia 21 de junho, determina a preservação permanente da área, que passa a ser destinada a conservação, restauração, pesquisa, ensino e extensão.

“Ações como essa representam um grande progresso, pois são fruto de uma mudança de comportamento que está se fortalecendo na USP. São iniciativas que se alinham a uma nova visão da Universidade, que procura se comunicar cada vez mais com a sociedade, valorizar e cuidar de seus bens permanentes e respeitar os direitos das pessoas e do meio ambiente. Essa mudança de comportamento é fundamental porque não se trata apenas da preservação do nosso patrimônio, mas também da formação de nossos estudantes que farão parte da sociedade e disseminarão esses exemplos para o resto do país”, destaca o reitor Marco Antonio Zago.

A nova reserva expande ainda mais o percentual de áreas verdes preservadas da Universidade – que já dedica mais de 30% de seus 7.600 hectares quadrados de território para a conservação. Ao todo, seis campi possuem áreas consideradas reservas ecológicas: Lorena, Piracicaba, Ribeirão Preto, Pirassununga, São Carlos e São Paulo (distribuídas entre a Cidade Universitária e o Parque CienTec, na Água Funda), todas regulamentadas por uma legislação interna.

A maior parte dessas reservas foi criada em 2012, quando a Universidade determinou que 2.165,98 hectares (ha) de seu território seriam transformados em reservas ecológicas. Até então, a única área declarada protegida era a Reserva Florestal do Instituto de Biociências (IB), com 10,2 ha e localizada também no campus de São Paulo.

“A criação de uma nova área protegida na Cidade Universitária é muito significativa porque uma tendência atual é a preservação do que já está em condições ecologicamente equilibradas. Ao determinar a preservação dessas reservas, a Universidade contribui tanto para a sua permanência quanto para a realização de pesquisas”, afirma a superintendente de Gestão Ambiental, Patrícia Faga Iglecias Lemos.

No dia 9 de junho, alunos da Escola de Aplicação plantaram vinte mudas de árvores na Raia Olímpica do Cepeusp. No centro, a superintendente Patricia Iglecias (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

Semana do Meio Ambiente

O anúncio da criação da nova reserva ecológica da Cidade Universitária aconteceu durante a Semana do Meio Ambiente, realizada entre os dias 5 e 9 de junho e marcada por atividades organizadas por diversas Unidades da USP.

Como parte de sua programação, a Superintendência de Gestão Ambiental (SGA) promoveu, no dia 9 de junho, o plantio de vinte mudas de árvores na Raia Olímpica do Centro de Práticas Esportivas da USP (Cepeusp), com a participação de estudantes da Escola de Aplicação.

“Não é só no dia 5 de junho, Dia Internacional do Meio Ambiente, que devemos nos lembrar da causa ambiental. É fácil perceber que a nossa qualidade de vida é melhor quando estamos em um ambiente com árvores, e estas que estamos plantando hoje são um benefício não só para nós, mas também para as gerações futuras. No Brasil, temos direito a um meio ambiente equilibrado e devemos cobrar isso dos governantes”, afirmou Patrícia.

Também foram realizadas trilhas ecológicas guiadas por monitores – na Raia Olímpica e no Parque CienTec – e o lançamento oficial do aplicativo BioExplorer, um jogo em que os participantes capturam e colecionam animais e personagem do folclore brasileiro.

Inspirado no jogo Pokémon GO e desenvolvido pela equipe do Núcleo de Pesquisa em Biodiversidade e Computação (NAP BioComp), o BioExplorer é um aplicativo de realidade aumentada com animais da Mata Atlântica. Sua primeira versão conta com quatro animais: o lobo-guará, a capivara, o carcará e a onça-pintada, que aparecem em um raio de 35 metros do jogador.

Ao encontrar cada um deles, os animais se apresentam com uma mensagem a respeito dos problemas do meio em que vivem. Uma vez que o participante interagiu com o personagem, ele fica disponível em um álbum de figurinhas virtual, no qual poderá revisitar as informações quando quiser. Depois de conhecer todos, um personagem folclórico é desbloqueado, o Saci-Pererê.

“A ideia era utilizar a tecnologia para desenvolver um jogo que atraísse os jovens e abordasse a questão da biodiversidade, incluindo também personagens da mitologia brasileira”, explicou o professor da Escola Politécnica (Poli) e coordenador do núcleo, Antônio Mauro Saraiva.

O desenvolvimento do aplicativo foi feito em conjunto com outras unidades da USP: além da Poli, participaram o Instituto de Biociências (IB), o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG), a Escola de Comunicações e Artes (ECA), o Parque de Ciência e Tecnologia (CienTec) e o Centro de Práticas Esportivas da USP (Cepeusp), e também teve o apoio financeiro da SGA. “O interesse da Superintendência ao adotar o BioExplorer como um de seus projetos-piloto é que ele possa ser replicado também em outros campi da Universidade”, explicou a superintendente.

As próximas versões do aplicativo contarão com mais animais e personagens folclóricos e, dependendo da recepção do BioExplorer, novos apps do gênero podem ser criados. O aplicativo é gratuito e está disponível para download e atualização nas lojas App Store e Google Play.

Matéria original: https://jornal.usp.br/?p=95242